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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Para Viver Bem



Para um homem se dar bem com uma mulher, ele precisa aprender apenas quatro letras do alfabeto:


O, B, D, C!


entendeu ou queres que eu desenhe?




sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ninguém Planeja Fracassar


"Ninguém planeja fracassar,
mas fracassa por não planejar"

Jim Rohn, conferencista americano.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Duelo Ao Entardecer


DUELO AO ENTARDECER


 por Fernando Gabeira (*)
em 08 de setembro de 2007





De um ponto de vista simbólico, quarta-feira alguém irá morrer: ou o Senado ou Renan Calheiros. O resultado ainda é imprevisível. Dizem que o governo salvará seu enfant gaté. 

O Ministro da Defesa, que é um elefante na cristaleira, mas celebrado pelos escribas deslumbrados, foi visitar Renan e levar solidariedade.

Trabalho com a hipótese de o governo salvar Renan. Não a prefiro, mas já me acostumei com a realidade que desafia o bom senso. Se isso acontecer, a batalha não estará perdida. Abre-se apenas uma nova fase, bem ao gosto dos opositores que desejam o pior. Uma fase do tipo os deuses enlouquecendo aqueles a quem desejam destruir.

Certas cabeças, se é que podemos chamá-las assim, do governo podem pensar: danem-se a classe média e todos os indivíduos instruídos do país, a elite. Acomodem-se os pobres porque, afinal, estão recebendo seu quinhão de bolsa família e não têm nada que opinar sobre Renan. Faremos o que quisermos, não importam as consequências.

A hipótese de absolvição de Renan com a ajuda do governo trará sobressaltos, possibilidades imprevistas. Lula colocou o PT acima da ética. Ele pode afirmar também que ninguém é mais ético que Renan, pois o senador uniu-se umbelicalmente ao projeto do PT. Ou pode dizer também que ninguém sabe o que aconteceu, quando os fatos se desenrolarem.

Todos nos acostumamos com o desenrolar pacífico da democracia brasileira. Mas o surgimento de uma aliança de quadrilhas, encarando o país com um cinismo revoltante, é um dado perigoso. Vamos rezar pelo bom senso. Vamos trabalhar por ele. Mas, caso a loucura onipotente predomine, os brasileiros terão de admitir que a história não é um piquenique. Ou serão devorados como um sanduíche e bebidos como uma tubaína de Alagoas.

Indivíduos fizeram sua escolha...
..."Os que se calam hoje, com medo de fazer o jogo da direita, deveriam consultar a história, capítulo Stalin. Os momentos de cumplicidade com o crime são doces e suaves. A vergonha vem depois."



(*) Fernando Paulo Nagle Gabeira (Juiz de Fora MG 1941). Escritor, jornalista e político. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1963 e no ano seguinte começa a trabalhar como redator no Jornal do Brasil, onde permanece até 1968. Nesse ano, entra para a clandestinidade e ingressa na luta armada contra a ditadura militar, como integrante do Movimento Revolucionário 8 de Outubro - MR-8. Em 1969 participa do seqüestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick - na operação é baleado e preso, sendo mais tarde exilado, numa troca de presos políticos pela liberdade do embaixador alemão Ehrenfried von Holleben, também seqüestrado pela guerrilha. Em 10 anos de exílio mora no Chile, Suécia e Itália. Com a Lei de Anistia, volta ao Brasil, em 1979, e publica O que É Isso, Companheiro?, relato de seus anos de clandestinidade e guerrilha. Militando em causas ecológicas e pacifistas, funda, com artistas e intelectuais, o Partido Verde - PV e candidata-se, sem sucesso, a governador do Rio de Janeiro, em 1986, e à Presidência da República, em 1989. Cinco anos depois, elege-se deputado federal, reeleito sucessivamente desde então. Sua obra, de engajamento político, constrói as primeiras análises críticas da luta armada e discute temas como as liberdades individuais e ecologia.


Comentário MEDIADOR/A:
Continuo afirmando que saiu do FUTEBOL e da CAMPEÃ DO CARNAVAL, brasileiro prima pelo desinteresse e pela preguiça mental.
E tem gente que ainda espera por uma INDIGNAÇÃO NACIONAL... O certo é mais uma INDIGNA AÇÃO GOVERNAMENTAL.
Que venha a vergonha aqueles que ainda tem brio.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Dois Presidentes Nordestinos




DOIS PRESIDENTES NORDESTINOS





Nunca antes na história deste país eu soube da existência de tanta arrogância nascer do terreno fértil da ausência de conhecimento. Acho que os neurologistas devem estar se matando para estudar o que acontece quando o crânio humano não está completamente preenchido de neurônios, mas flutuando em desaglutinado atrofiamento por falta de uso.
Olha só como a ORIGEM da pessoa nada tem a ver com a sua formação moral; a moralidade tem muito mais de CARÁTER do que qualquer outra coisa.

DOIS PRESIDENTES: Castello Branco e Lula.
DOIS NORDESTINOS: Um Cearense e Um Pernambucano.

Ao ver Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história tirada do fundo do baú:

Em 1966 o presidente Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys como agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira. O presidente telefonou mandando que ele devolvesse o carro.
O irmão argumentou que se devolvesse ficaria desmoralizado em seu cargo. O presidente Castello Branco interrompeu-o dizendo:
 
"Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não".

E o Lula ainda alega que não existe ninguém NESTE PAÍS com mais moral e ética do que ele.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Nosso Lema é...

Quem não vê, OUVE!
Quem não ouve, FALA!
Quem não fala, VÊ!
E quem OUVE, FALA e VÊ...
DEBATE!
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